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Gatos são incinerados em churrasqueira e situação vira caso de polícia em MS

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A Polícia Civil deve investigar a suspeita de que um morador tenha ateado fogo em quatro filhotes de gato na churrasqueira de uma igreja na Avenida Norte, no Bairro Monte Castelo, em Campo Grande. Um animal foi encontrado incinerado no local. Apenas um filhote sobreviveu, depois de ser internado com queimaduras.

Quem flagrou a situação de maus tratos foi a professora Milena Ferreira da Silva, de 23 anos. Milena conta que os gatinhos fizeram morada no terreno da igreja católica do bairro, mas eram alimentados pelos vizinhos da rua.

No último dia 1º de maio, como de costume, ela e a mãe foram até a churrasqueira onde os gatos ficavam e se depararam com um gatinho morto. Ao conversar com os outros vizinhos a professora descobriu que um dia antes duas pessoas teriam feito a limpeza do terreno onde fica a igreja e ateado fogo na churrasqueira.

A saída da churrasqueira foi bloqueada o que levantou a suspeita de que os animais tenham sido incinerados de propósito. “A gente suspeita que tenha sido intencional. Todo mundo da rua sabia que os gatos ficavam no local, inclusive os responsáveis pela igreja”, comenta a professora.

Os outros dois gatinhos só foram encontrados três dias depois em um terreno na frente da igreja. Eles estavam com ferimentos causados pelas queimaduras, foram internados em pet shop, mas apenas um deles sobreviveu. Já o quarto gatinho, assim como a mãe dos animais, não foi mais visto. Ainda conforme Milena, após o ocorrido, um dos responsáveis pela igreja chegou a procurar a mãe dela, se queixando das acusações de que os animais tinham sido incinerados de propósito.

“Eles alegaram que olharam na churrasqueira antes de colocar fogo, que o gatinho já estava doente, mas eu tinha visto ele um dia antes e ele estava bem. A saída da churrasqueira foi bloqueada além do mais eu acredito que quatro gatos não agonizam em silêncio, como que ninguém ouviu?”, questiona.

A professora espera uma investigação sobre o caso. A situação foi denunciada à Decat (Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes Ambientais e de Atendimento ao Turista).

(Campo Grande News)

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