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Projeto de César para isentar impostos não tinha levantamento de custos e ignorava dívidas da antiga gestão

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Projeto de Lei para isentar o pagamento do IPTU do comércio noturno de Jardim, durante a pandemia da Covid-19, encabeçado pelo vereador César Nogueira (PSDB), foi rejeitado em sessão ordinária nessa terça-feira (13) por não apresentar levantamento de custos e desconsiderar o alto valor em dívidas deixadas pela gestão anterior, da qual o parlamentar era aliado.

Em seu discurso, a vereadora Andrea Insfran (MDB), presidente da Comissão de Justiça, alegou que a iniciativa de César vai de encontro ao que a Casa de Leis estuda, por não apresentar dados de quanto a isenção dos impostos custaria aos cofres do município.

Andrea lembrou que a Prefeitura tem dívidas de ações judiciais com a Sanesul equivalentes a mais de R$ 966 mil, além de débitos superiores a R$ 726 mil referentes à falta de repasse ao IPJ (Instituto de Previdência de Jardim). Todas as notificações foram herdadas da gestão de Guilherme Monteiro (PSDB). “Eles [Prefeitura] estão se matando pra poder pagar dívidas”, disparou a parlamentar.

“César, quando foi em 2017, 2019, 2020, que você já era vereador, aonde você estava que não fiscalizou as dívidas que estão lá? Agora que veio arrebentar aí nas costas e cair no colo da prefeita (sic)”, cobrou.

Ao passo que propõe que a prefeita Dra Clediane Matzenbacher (DEM) deixe de cobrar o IPTU de empresários, Nogueira desconsidera a precária situação financeira deixada por seu correligionário, o que culminaria em ato de inconstitucionalidade.

Vale lembrar que o tucano vem protagonizando polêmicas por atacar moradores em grupos de WhatsApp e após ter recebido R$ 2,7 mil em diárias para viagem à Brasília, onde realizou um curso.

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